Calendário escolar 2019/2020: saiba quando são as férias e exames

Já está definido o calendário escolar para 2019/2020. Conheça as novidades, datas de início e fim de cada período e ainda dos exames e provas de aferição.

Quem tem filhos a estudar, aguarda com antecipação as datas de cada calendário escolar. Para o ano de 2019/2020, há algumas novidades a registar, por exemplo no que diz respeito à interrupção letiva por ocasião do Natal. Mas não é tudo. As escolas poderão gozar de maior autonomia na gestão dos seus calendários.

Apesar de haver algumas novidades no calendário letivo deste ano, pode afirmar-se que o ano escolar é, regra geral, estruturado da forma habitual: 3 períodos de aulas, sendo o 1º e o 2º mais longos e o 3º mais curto. Estes períodos são interrompidos pelas pausas habituais para férias, à volta de períodos festivos significativos: Natal, Carnaval e Páscoa.

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O calendário escolar é um elemento fundamental para o planeamento e organização da vida das famílias. A gestão das atividades extra curriculares, férias, períodos de estudo e avaliação, dependem, em larga medida, das datas de início e fim dos períodos escolares. Conheça as datas importantes do calendário escolar 2019/2020:

Datas das pausas letivas ou férias

  • Férias do Natal: de 18 de dezembro de 2019 a 3 de janeiro de 2020
  • Paragem de Carnaval: entre os dias 24 e 26 de fevereiro de 2020
  • Férias da Páscoa: entre os dias 30 de março e 13 de abril de 2020

Datas dos períodos letivos

  • 1º período: entre os dias 10 e 13 de setembro a 17 de dezembro de 2019
  • 2º período: de 6 de janeiro a 27 de março de 2020
  • 3º período: de 14 de abril a 4 ou 19 de junho de 2020

É no primeiro período, durante as férias de Natal, que se regista uma alteração importante em relação ao calendário do ano passado. Graças a um “acidente” de calendário, no ano de 2020 o dia 3 de janeiro calha a uma sexta feira, tendo o Governo entendido dar este dia de férias aos alunos. Assim, os estudantes apenas iniciam as aulas no dia 6 de janeiro, a segunda-feira seguinte.

Datas de exames e provas de aferição em 2019/2020


Provas de Aferição

Os alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos realizam provas de aferição, sendo que no 2.º ano, estas provas realizam-se às disciplinas de Educação Artística e Educação Física (4 a 12 de maio de 2020), Português e Estudo do Meio (16 de junho de 2020) e Matemática e Estudo do Meio (18 de junho de 2020).

Os alunos do 5.º ano são avaliados às disciplinas de Português e Inglês:

DisciplinaData
Componente de produção e interação orais de Inglês18 a 27 de maio de 2020
Português e Português Língua Segunda5 de junho de 2020
Inglês9 de junho de 2020

 
Segundo o calendário escolar para este ano, os estudantes do 8.º ano fazem provas de Matemática  a 5 de junho e de Inglês no dia 9 de junho de 2020.

Provas finais de ciclo

No 9.º ano, os alunos fazem provas finais de ciclo, que contam para a nota final, com um peso de 30%. Estas provas incidem sobre as disciplinas de Português e Matemática, abarcando as temáticas do 7.º ano ao 9.º ano.

As datas da primeira fase são as seguintes:

DisciplinaData
Português Língua Não Materna15 de junho de 2020
Matemática19 de junho de 2020
Português, Português Língua Segunda26 de junho de 2020

 
As datas da segunda fase são:

DisciplinaData
Matemática20 de julho de 2020
Português, Português Língua Não Materna, Português Língua segunda22 de julho de 2020

Exames finais nacionais

Tanto os alunos do 11.º como do 12.º anos fazem exames nacionais. Estas provas são as mais importantes da escolaridade obrigatória, pois contam para a média do ensino secundário e, na maioria dos casos, funcionam como provas de ingresso ao ensino superior.

As datas são as seguintes:

11º ano – 1.ª fase

DisciplinaData
Espanhol, Francês16 de junho de 2020
Filosofia17 de junho de 2020
Física e Química A, Latim18 de junho de 2020
História B19 de junho de 2020
Geografia A22 de junho de 2020
História da Cultura e das Artes23 de junho de 2020
Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais25 de junho de 2020
Biologia, Geologia30 de junho de 2020
Economia, Alemão2 de julho de 2020
Inglês3 de julho de 2020
Geometria Descritiva A6 de julho de 2020
Literatura Portuguesa7 de julho de 2020

 
11º ano – 2.ª fase

DisciplinaData
Física e Química A, Literatura Portuguesa, Economia A, Latim A21 de julho de 2020
História B, Geometria
Descritiva A, Biologia e Geologia
23 de julho de 2020
Matemática B, Matemática Aplicada às
Ciências Sociais, Filosofia
24 de julho de 2019
Inglês, Alemão, Espanhol, Francês27 de julho de 2019

 
12º ano – 1.ª fase

DisciplinaData
Português, Português Língua não Materna, Português Língua Segunda15 de junho de 2020
História A, História B19 de junho de 2020
Matemática A25 de junho de 2020
Desenho A26 de junho de 2020

 
12º ano – 2.ª fase

DisciplinaData
Português, Português (língua não materna) e Português (língua segunda)22 de julho de 2020
História A, Desenho A23 de julho de 2020
Matemática A24 de julho de 2020

Maior flexibilidade e autonomia para as escolas


Este ano, as escolas que o quiserem fazer, organizar-se de forma diferente: terão mais autonomia e maior flexibilidade na gestão do seu calendário escolar. Este modelo, agora alargado a todas as escolas, foi implementado no ano letivo passado em sete Agrupamentos de Escolas que integraram projetos-piloto de inovação pedagógica (PPIP).

Entre as mudanças mais significativas no que diz respeito à gestão do tempo letivo pelas escolas, regista-se que:

  • O aumento da gestão da carga horária além dos 25% permitirá às escolas organizar o ano letivo de forma diferente, por exemplo, em dois semestres, ao invés dos atuais três períodos;
  • As escolas poderão condensar o ensino de disciplinas, organizando-as por semestres. Por exemplo, se uma disciplina tiver 45 minutos por semana por ano, pode passar para 90 minutos por semestre;
  • As escolas poderão criar novas disciplinas, através da reafetação de tempos/horas fixados para as disciplinas constantes da matriz curricular base.
  • As disciplinas poderão ser organizadas em grandes áreas, para serem trabalhadas em conjunto. Ou seja, as escolas poderão juntar as horas de várias disciplinas para serem ensinadas de forma articulada e integrada.
  • O gozo de maior liberdade na gestão curricular abrirá ainda as portas a uma organização diferente de turmas, consoante as necessidades.

De notar que, para a escola poder usufruir desta gestão própria, ou seja, sem dependência da administração central, terá de apresentar um plano de inovação ao Ministério da Educação.

fonte: https://www.e-konomista.pt/artigo/calendario-escolar/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=entity_ekpt&fbclid=IwAR315EkPWbSEzZ9ksfN0mYtXA9algZOZDsRQjTBKXEG9hsmtsTw40rsTmNI

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